Fluminense: Trauma de pênaltis na Libertadores se repete contra Palmeiras
O Fluminense esteve perto de uma nova noite épica na semifinal da Libertadores contra o Palmeiras. Após vencer por 1 a 0 com gol de Hércules, o placar agregado ficou em 2 a 2, mas a eliminação veio nos pênaltis por 5 a 3, revivendo traumas passados.
O Fluminense flertou com uma nova virada épica na semifinal da Copa Libertadores da América, mas acabou eliminado ao perder para o Palmeiras nos pênaltis por 5 a 3. A equipe carioca venceu a partida de volta por 1 a 0, com gol marcado por Hércules, igualando o placar agregado em 2 a 2. No entanto, a disputa de penalidades trouxe de volta um fantasma doloroso para o clube e sua torcida.
Após 15 anos sofrendo com o trauma do vice-campeonato de 2008, o Fluminense reviveu a amargura de ver uma chance de título escapar da forma mais cruel. A partida de volta apresentou um roteiro semelhante ao do jogo de ida, realizado no Maracanã, contudo, com uma inversão na eficiência e nos erros de ambas as equipes. A decisão de repetir a escalação utilizada no Rio de Janeiro, com Hércules como única alteração, foi uma estratégia adotada pelo técnico Marcão.
Marcão, ao analisar a partida, destacou a identidade do Fluminense com orgulho, mas a eliminação nos pênaltis, com Nonato batendo antes do previsto e Lucho Hulk sendo o quinto batedor, conforme explicado por Marcão como uma "decisão da comissão", remete a momentos difíceis do passado, evidenciando a dificuldade do clube em superar a marca psicológica das disputas de pênaltis em momentos cruciais.