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Zubeldía no Fluminense: 6 empates em 7 jogos e sem solução

ResumoLuis Zubeldía no Fluminense acumula seis empates em sete jogos desde a parada para a Copa do Mundo, sem vitórias na sequência. A equipe repete a escalação apenas uma vez nesse período, evidenciando falta de solução tática. O desempenho irregular mantém o time estagnado, com resultados insuficientes para evoluir na tabela.

O Fluminense chegou ao sexto empate em sete jogos após a parada para a Copa do Mundo e segue sem vencer sob o comando de Luis Zubeldía, que repete a escalação apenas uma vez na sequência negativa.

Berenice Lustosa Caminha
por Berenice Lustosa Caminha · 12 de agosto de 2026
Zubeldía no Fluminense: 6 empates em 7 jogos e sem solução

Zubeldía no Fluminense: 6 empates em 7 jogos e a busca por uma solução que não vem

O Fluminense empatou em 0 a 0 com o Independiente Rivadavia, pelas oitavas da CONMEBOL Libertadores 2026, e chegou ao sexto empate em sete jogos após a parada para a Copa do Mundo. A sequência negativa mantém o time sem vencer sob o comando de Luis Zubeldía, que segue tentando variações sem encontrar o caminho da vitória.

A resposta direta: O Fluminense chegou ao sexto empate em sete jogos após a parada para a Copa do Mundo. Sob o comando de Luis Zubeldía, o time repetiu a escalação apenas uma vez na sequência negativa. O treinador tentou mudanças no esquema tático e nas peças, mas ainda não encontrou a formação ideal para voltar a vencer.

O cenário: seis empates em sete jogos e a confiança de Zubeldía

A sequência de resultados iguais criou um padrão difícil de ignorar. Desde o retorno do futebol após a Copa do Mundo, o Fluminense soma seis empates em sete partidas. O único jogo que fugiu do empate não resultou em vitória, o que mantém o time em uma zona de desconforto na tabela e nas copas.

Zubeldía, porém, não demonstra abalo público. Após o empate com o Independiente Rivadavia, o treinador afirmou que confia na classificação do Fluminense às quartas da Libertadores. A declaração veio acompanhada de uma justificativa: "Temos bons jogadores". A confiança, no entanto, contrasta com os números que se acumulam no campo.

O que chama atenção na análise dos dados é o esforço do treinador em tentar reverter o quadro. Não se pode dizer que Zubeldía não tentou fazer variações. O problema é que as variações não têm se traduzido em resultados.

As mudanças de Zubeldía: das peças ao esquema tático

A análise da sequência mostra um treinador em movimento constante. Zubeldía repetiu a escalação apenas uma vez em toda a sequência negativa. Em todos os outros jogos, houve alguma alteração, seja nas peças, seja no desenho tático.

A opção por Hulk entre os titulares

Uma das mudanças mais simples foi a inclusão de Hulk entre os titulares. A escolha representa uma tentativa de dar mais poder de fogo ao ataque, mas o resultado em campo não veio na medida esperada. A presença do atacante não foi suficiente para furar as defesas adversárias, e o time seguiu acumulando empates.

A mudança drástica contra o Vasco

O caso mais emblemático ocorreu contra o Vasco, no jogo de volta da Copa do Brasil. Durante o intervalo, Zubeldía optou por uma mudança drástica: alterar o esquema tático da equipe. A tentativa de reorganizar o time no meio da partida mostra um treinador disposto a mexer no que for preciso, mas também revela a dificuldade de encontrar uma formação que funcione desde o início.

Essas decisões, somadas, desenham um retrato de experimentação constante. Zubeldía vem empilhando decisões diferentes à beira do campo, alternando entre ajustes pontuais e mudanças estruturais, sem que o time apresente a evolução esperada.

Por que as mudanças não funcionam?

A pergunta que fica após sete jogos é por que tantas variações não geram resultado. A resposta não está na fonte, mas os indícios apontam para uma equipe que ainda não encontrou identidade sob o novo comando.

A repetição da escalação aconteceu apenas uma vez na sequência. Isso significa que os jogadores não tiveram a chance de criar entrosamento em uma formação fixa. Cada partida trouxe um desenho diferente, o que pode dificultar a criação de padrões de jogo e a automatização de movimentos.

Ao mesmo tempo, a variação constante impede que a comissão técnica avalie com precisão o que funciona. Sem uma base mínima de repetição, fica difícil separar o que é problema de peça do que é problema de esquema.

O que esperar do Fluminense na Libertadores

Apesar da sequência de empates, o Fluminense segue vivo na CONMEBOL Libertadores 2026. O empate em 0 a 0 com o Independiente Rivadavia, nas oitavas de final, mantém a decisão em aberto para o jogo de volta.

Zubeldía confia na classificação. A declaração pós-jogo reforça que o treinador acredita no potencial do elenco. A questão é se as mudanças continuarão ou se haverá uma aposta em uma formação mais estável.

Para o torcedor, a expectativa é de que o time encontre o caminho da vitória antes que a sequência de empates custe uma classificação. A Libertadores não perdoa erros, e a falta de resultados positivos pode se tornar um problema ainda maior nas fases eliminatórias.

O padrão dos empates: análise da sequência

Os seis empates em sete jogos formam um padrão que merece análise. Empates não são derrotas, mas também não são vitórias. Em uma competição de pontos corridos, cada empate representa dois pontos perdidos. Em mata-matas, como a Copa do Brasil e a Libertadores, o empate pode ser fatal dependendo do placar.

A sequência começou após a parada para a Copa do Mundo e não foi interrompida até agora. O único jogo que não terminou empatado também não terminou em vitória, o que mantém o time em um ciclo de resultados insatisfatórios.

Esse padrão sugere um problema sistêmico, não pontual. Não é um jogo mal jogado ou uma noite infeliz. É uma sequência que se repete, com diferentes escalações e diferentes esquemas, o que aponta para uma dificuldade mais profunda de fazer o time render.

O que está em jogo para Zubeldía

A pressão sobre o treinador tende a aumentar a cada novo empate. A confiança declarada em público não elimina a necessidade de resultados. Em clubes de grande torcida como o Fluminense, a paciência com o trabalho do treinador tem limite.

Zubeldía tenta mostrar que está trabalhando, que está tentando variações, que está buscando soluções. Os dados da sequência confirmam esse esforço: a escalação foi repetida apenas uma vez, e houve até mudança de esquema no intervalo de um jogo decisivo.

O problema é que esforço sem resultado não sustenta um trabalho. O treinador precisa encontrar, nos próximos jogos, uma formação que dê ao time a estabilidade necessária para voltar a vencer. Caso contrário, a sequência de empates pode se tornar uma crise maior.

O desafio de encontrar a formação ideal

Encontrar a formação ideal é o desafio central de Zubeldía neste momento. O treinador já demonstrou disposição para mudar, mas ainda não acertou a combinação de peças e esquema que faça o time render.

A busca envolve testar diferentes atacantes, como a opção por Hulk, e diferentes desenhos táticos, como a mudança contra o Vasco. Cada teste traz informações, mas também custa pontos preciosos em uma fase decisiva da temporada.

Para o torcedor, a esperança é que o acerto venha antes que seja tarde demais. A Libertadores segue em aberto, e a Copa do Brasil também. As competições ainda podem ser conquistadas, mas a margem de erro está diminuindo a cada rodada.

Perguntas Frequentes

Quantos empates o Fluminense tem sob Zubeldía após a Copa do Mundo?

O Fluminense chegou ao sexto empate em sete jogos após a parada para a Copa do Mundo, sob o comando de Luis Zubeldía.

Zubeldía repetiu a escalação alguma vez na sequência?

Sim, Zubeldía repetiu a escalação apenas uma vez na sequência negativa de resultados.

Qual foi a mudança mais drástica feita por Zubeldía?

A mudança mais drástica foi a alteração do esquema tático contra o Vasco, no intervalo do jogo de volta da Copa do Brasil.

O Fluminense ainda pode se classificar na Libertadores?

Sim, Zubeldía confia na classificação do Fluminense às quartas da Libertadores, afirmando que o time tem bons jogadores.

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