Futebol

Lei Vini Jr. e VAR para segundo amarelo: novas regras do futebol

ResumoA Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aprovou novas regras para todas as divisões do futebol nacional, incluindo o Protocolo Vini Jr. e a intervenção do VAR em lances de segundo cartão amarelo. As mudanças valem para o Brasileirão, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro Feminino A1, com aplicação imediata nas competições organizadas pela entidade.

A CBF aprovou novas regras para todas as divisões do futebol brasileiro, incluindo o Protocolo Vini Jr. e a intervenção do VAR em lances de segundo amarelo. As mudanças valem para Brasileirão, Copa do Brasil e Feminino A1.

Nayara Pilatti Rondon
por Nayara Pilatti Rondon · 10 de agosto de 2026
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Futebol brasileiro terá Lei Vini Jr. e VAR para segundo amarelo; veja novas regras

A CBF realizou nesta segunda-feira a terceira reunião com clubes da Primeira e da Segunda Divisão para criação de uma liga. O encontro definiu novas regras para todas as divisões do Brasileirão, Copa do Brasil e Feminino A1, com aplicação imediata. A maioria das mudanças foi testada na Copa do Mundo de 2026.

Resposta direta: A CBF aprovou novas regras para o futebol brasileiro, incluindo o Protocolo Vini Jr., que prevê cartão vermelho para quem cobrir a boca durante discussão, e a intervenção do VAR em lances de segundo amarelo. As medidas valem para Brasileirão, Copa do Brasil e Feminino A1.

O que muda com o Protocolo Vini Jr.

A regra mais comentada foi batizada de Protocolo Vini Jr. Ela concede cartão vermelho direto ao jogador que cobrir a boca durante uma discussão. A medida foi aplicada na Copa do Mundo de 2026 e agora chega ao futebol nacional.

A punição é imediata, sem necessidade de aviso prévio. O gesto de cobrir a boca passou a ser tratado como conduta passível de expulsão direta.

VAR para segundo amarelo

Outra novidade é a possibilidade de intervenção do VAR em lances de segundo amarelo. Antes, o árbitro de vídeo só atuava em casos de expulsão direta, gol, pênalti e erro de identidade.

Agora, a arbitragem poderá revisar lances que resultem no segundo cartão amarelo. O objetivo é reduzir erros que mudam o rumo de uma partida.

Reunião com os clubes

O presidente da CBF, Samir Xaud, destacou o caráter democrático do processo. "Esta é mais uma reunião que, como é prática desta gestão, se baseia no diálogo e acontece de forma democrática", afirmou.

Xaud também falou sobre a reestruturação do futebol brasileiro. "Faz parte da reestruturação do futebol brasileiro. Esta é uma missão de todos: da CBF, dos clubes, das federações, cada um fazendo seu papel", completou.

Por que as regras mudaram

O diretor de Arbitragem da Confederação, Netto Góes, explicou o motivo das mudanças. "A gente partiu de dados para entender onde estão as principais interrupções", disse.

Segundo Góes, o estudo mostra que existe espaço para recuperar mais de seis minutos de bola rolando por partida. "Nosso trabalho é transformar esse diagnóstico em ações concretas", afirmou.

A aplicação das novas regras passa pela padronização dos critérios e pela capacitação dos árbitros. "O objetivo é ter um jogo mais fluido, com menos interrupções e mais futebol", concluiu.

Investimento na arbitragem

A entidade também reforçou que a área da arbitragem receberá um investimento de R$ 200 milhões entre 2026 e 2027. O valor será usado para modernizar o setor e dar suporte às novas regras.

O impacto na carreira dos atletas

Nem toda injustiça esportiva está num estádio lotado; uma vaga olímpica pode ser decidida fora da pista. No futebol, um segundo amarelo mal aplicado pode tirar um jogador de uma final ou comprometer uma temporada inteira.

A nova regra do VAR dá mais uma camada de proteção ao atleta. A revisão do lance reduz a chance de punição injusta. Para quem vive do esporte, isso significa mais segurança na carreira.

Perguntas Frequentes

O que é o Protocolo Vini Jr.?

É uma regra que concede cartão vermelho direto ao jogador que cobrir a boca durante uma discussão. A medida foi aplicada na Copa do Mundo de 2026.

O VAR pode intervir em segundo amarelo?

Sim. Agora a arbitragem pode revisar lances que resultem no segundo cartão amarelo, antes não permitido.

Quando as novas regras entram em vigor?

A aplicação é imediata em todas as divisões do Brasileirão, Copa do Brasil e Feminino A1.

Quanto será investido na arbitragem?

A CBF investirá R$ 200 milhões entre 2026 e 2027 na área de arbitragem.

Por que as regras foram criadas?

Segundo a CBF, o objetivo é reduzir interrupções e recuperar mais de seis minutos de bola rolando por partida.

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