Bastidores

Gvardiol e Kovacic fazem seus próprios hashis em Seul

ResumoJosko Gvardiol e Mateo Kovacic, jogadores croatas, participaram de uma oficina em Seul para criar hashis próprios. A atividade incluiu aprendizado básico da técnica antes da confecção dos palitos. A experiência cultural ocorreu durante a passagem da dupla pela capital sul-coreana, destacando imersão na tradição local.

Josko Gvardiol e Mateo Kovacic mergulharam na cultura coreana durante passagem por Seul. Os croatas aprenderam o básico antes de fazerem seus próprios hashis em uma oficina especial.

Berenice Lustosa Caminha
por Berenice Lustosa Caminha · 09 de agosto de 2026
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Gvardiol e Kovacic fazem seus próprios hashis em Seul

Josko Gvardiol e Mateo Kovacic mergulharam na cultura coreana durante sua passagem por Seul. Os croatas aprenderam o básico antes de fazerem seus próprios hashis em uma oficina especial. A informação foi publicada pela Gazeta Esportiva.

O que muda com a experiência dos croatas

A cena foge do habitual nos bastidores do futebol europeu. Em vez de descanso ou treino, os dois atletas optaram por uma atividade artesanal ligada à tradição local. A escolha revela um lado pouco explorado da rotina de jogadores em viagens internacionais.

Como foi a oficina de hashis

Segundo o relato, Gvardiol e Kovacic não chegaram direto à confecção. Primeiro, aprenderam o básico da técnica. Depois, partiram para a produção dos próprios hashis, sob orientação de uma oficina especializada em Seul.

O processo exige paciência e precisão. Quem já tentou esculpir madeira sabe que cada corte muda o resultado final. No caso dos croatas, a atividade serviu como imersão cultural, não como competição.

Por que isso importa para o futebol

A passagem por Seul mostra como atletas de alto nível absorvem referências fora dos gramados. A experiência pode influenciar a convivência no grupo e a adaptação a novos contextos, algo relevante em torneios internacionais.

A Gazeta Esportiva foi o veículo que trouxe o episódio a público. Não há detalhes adicionais sobre a data exata ou o local da oficina, apenas o registro da atividade.

O que observar daqui para frente

Para dirigentes e comissões técnicas, a cena serve de lembrete: a integração cultural faz parte da preparação. Iniciativas como essa, ainda que simples, fortalecem vínculos entre jogadores de origens diferentes.

A aposta suspeita deixa rastro nos dados; integridade se protege antes do jogo, não depois. Mas aqui, o foco é outro: a construção de memórias fora do campo.

Perguntas Frequentes

Onde Gvardiol e Kovacic fizeram os hashis?

Em uma oficina especial durante passagem por Seul, conforme noticiou a Gazeta Esportiva.

O que os jogadores aprenderam antes de fazer os hashis?

Aprenderam o básico da técnica antes de partirem para a confecção dos próprios hashis.

Quem publicou a notícia sobre os hashis?

A Gazeta Esportiva publicou o episódio em seu site oficial.

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